Asimov é o criador das Três Leis da Robótica, que direcionaram as outras histórias de robôs depois de sua criação. O autor defende a idéia de que um robô deve ser visto, simplesmente, como um eletrodoméstico. As três leis são:
- Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que o ser humano sofra algum mal.
- Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos caos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
- Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e a segunda Leis.” (Asimov 1975:
Breve resumo da história
O robô Andrew tem uma capacidade que o difere dos demais robôs e o aproxima dos humanos: ele é criativo e capaz de amar. Após viver vários anos em busca de se mostrar mais humano ele pede o direito de ser considerado um cidadão e a único obstáculo colocado seria sua imortalidade.
Personagens principais: Andrew(robô), Gerald Martin(patrão), patroa, filha e a filhinha(Mandy), George(filho da Filhinha), Paul(neto de filhinha), Li-shing.
Está aberta a discussão pessoal!!!!!
Elisandra
Tudo começou quando Andrew fez uma escultura em madeira para Filhinha, demonstrando desta maneira seu sentimento de afeição por ela, e também sua capacidade artística.
Andrew se sentia e realmente fazia parte da família, e mantinha com eles laços de forte ligação.
No decorrer dos anos de “vida” de Andrew, que não foram poucos, ele sempre foi inovador, tinha várias idéias e tentava de qualquer maneira as colocar em prática. Andrew decidiu lutar por suas vontades. Vontades estas que eram, obter o respeito devido e se tornar cada vez mais próximo ao ser humano.
Comentário por Thais Ebling — Outubro 28, 2006 @ 4:09 pm |
e ele morre no final. :D
Comentário por lambari — Outubro 29, 2006 @ 8:47 pm |
Espero que o livro seja melhor que o filme, porque este último é uma droga.
Comentário por borba — Outubro 30, 2006 @ 12:35 pm |
O Livro fala muito sobre um robô, Andrew, que foi comprado pela família Martin para fazer os serviços domésticos, mas aos poucos o robô começa a apresentar características dos humanos como sentimentos, criatividade, curiosidade, aprendia fácil e era autodidata; e com isso queria ser livre (alforriado) pois era um robô especial e sabia se virar sozinho, ou pelo menos achava que sabia. Mas ser livre não era tão fácil quanto parecia, com o passar dos anos os advogados de Andrew, ajudados por Filhinha, que era a filha mais nova do patrão de Andrew, conseguiam na justiça alguns direitos para os robôs, mas que não eram suficientes para que ele pudesse andar na rua como se fosse um humano, ele era livre, mas não era considerado como tal pelos humanos. Durante anos estudou e desenvolveu formas de se tornar cada vez mais parecido com os humanos, pois tinha vivido várias gerações de humanos e ele continuava igual, seu cérebro positrônico não sofria nenhuma alteração com o passar dos anos.
Encontrou um cirurgião, que também era robô, em quem podia confiar. Ordenou-lhe que fizesse a cirurgia para ligar seu cérebro positrônico aos nervos orgânicos que já haviam sido implantados em seu corpo há muitos anos, fazendo com que seu cérebro fosse envelhecendo e morrendo aos poucos.
Somente quando completou 200 anos é que conseguiu sua condição humana. Andrew morreu depois que foi proclamado pelo presidente do mundo “Homem Bicentenário”.
Comentário por marciabegnini — Novembro 14, 2006 @ 10:38 am |
mtoooo booooom!!!!!!!
adorei….. vlw,
xau
Comentário por eu... — Novembro 30, 2007 @ 11:34 am |